Jesus de Mari: avanços e superação na construção civil
Na construção civil, a solidez de uma empresa não é testada nos momentos de calmaria, mas durante as tempestades. A trajetória recente da Jesus de Mari reflete exatamente essa premissa: crescer e se adaptar, mesmo quando o cenário nacional impõe obstáculos.
Neste artigo, abrimos as portas da nossa gestão para mostrar como transformamos os desafios dos últimos três anos em alicerces para um 2026 promissor.
Primeiramente, é inegável que o setor enfrentou um período de retração. A alta combinada dos juros e a inflação setorial (INCC) elevaram drasticamente os custos, especialmente da mão de obra. Consequentemente, muitos investidores recuaram diante da instabilidade política, o que gerou uma queda pontual no volume de vendas do mercado em 2025.
No entanto, a Jesus de Mari escolheu não paralisar. Nossa resposta estratégica foi manter a competitividade através da eficiência. Mesmo com um cenário restritivo, focamos na conquista de novos clientes, provando que a qualidade e o compromisso técnico são moedas fortes que superam a crise.
Além do fator financeiro, a falta de profissionais qualificados foi um tema recorrente na engenharia nacional. Nesse sentido, nossa gestão de RH atuou em duas frentes vitais.
De um lado, implementamos a terceirização qualificada para garantir que a produção não sofresse gargalos. Do outro, investimos pesado na fidelização dos colaboradores que já vestem a camisa da Jesus de Mari, promovendo ações internas de desenvolvimento. O resultado? Uma equipe engajada e entregas mantidas rigorosamente no prazo.
Por fim, acreditamos que o antídoto para a incerteza é o investimento. Nos últimos anos, a Jesus de Mari modernizou seus equipamentos e processos de fabricação. Entendemos que o cliente atual — seja público ou privado — busca mais do que preço; ele busca segurança e assertividade técnica.
Hoje, somos uma empresa consolidada, com credibilidade validada por toda a cadeia de negócios. As dificuldades nos fortaleceram e, para os próximos anos, nosso foco é claro: continuar desenvolvendo produtos e soluções que sustentem o sucesso da sua obra.
Os avanços fazem parte da nossa história. Conte conosco para construir a sua.
Risco sacado para blindar o fluxo de caixa da sua obra
No complexo ecossistema da construção civil, a gestão eficiente dos recursos financeiros é tão crucial quanto a engenharia aplicada no canteiro. Sobretudo em grandes obras de infraestrutura e saneamento, o descompasso entre o pagamento de fornecedores e o recebimento das medições pode estrangular o capital de giro. É nesse cenário desafiador que o Risco Sacado surge como uma ferramenta estratégica vital.
Neste artigo definitivo, a Jesus de Mari explica detalhadamente como essa modalidade financeira funciona e, principalmente, como ela pode ser a chave para você adquirir artefatos de concreto de alta qualidade sem comprometer a liquidez do seu projeto.
Primeiramente, é fundamental desmistificar o conceito. O Risco Sacado, também conhecido no mercado como Confirming ou Financiamento da Cadeia de Fornecedores, é uma operação financeira estruturada que permite à sua empresa (a construtora ou “Sacado”) negociar prazos de pagamento mais longos com seus fornecedores, utilizando a intermediação de uma instituição financeira.
Dessa forma, a operação beneficia todas as pontas. Enquanto o fornecedor tem a opção de antecipar o recebimento dos valores para manter sua produção ativa, a sua construtora ganha fôlego financeiro, postergando o desembolso do caixa para uma data futura acordada com o banco.
Ou seja, o Risco Sacado não é um empréstimo tradicional, mas sim uma gestão inteligente do contas a pagar, utilizando a solidez do seu crédito para otimizar a cadeia de suprimentos.
A principal dor de qualquer gestor de obras é manter o fluxo de caixa positivo enquanto aguarda o repasse de verbas públicas ou financiamentos imobiliários. Nesse sentido, ao optar pelo Risco Sacado na compra de tubos e aduelas de concreto com a JDM, sua empresa desbloqueia vantagens competitivas imediatas.
Visto que o pagamento aos fornecedores é postergado, o dinheiro permanece no caixa da empresa por mais tempo. Consequentemente, você pode alocar esses recursos para outras despesas operacionais críticas, como folha de pagamento ou mobilização de canteiro, sem a necessidade de recorrer a empréstimos de capital de giro com juros abusivos.
Além disso, como o Risco Sacado é classificado contabilmente como “Fornecedores” e não como “Dívida Bancária” (em muitas estruturações), ele não onera o balanço patrimonial da mesma forma que um financiamento convencional. Portanto, sua empresa mantém seus índices de liquidez saudáveis e preserva seus limites de crédito bancário para outras finalidades estratégicas.
Na Jesus de Mari, nosso compromisso vai além da entrega de concreto; somos parceiros do seu crescimento. Entendemos que uma obra financeiramente saudável é uma obra que não para. Por isso, aceitamos e incentivamos operações de Risco Sacado, além de outras modalidades como o Cartão BNDES.
Sendo assim, ao negociar conosco, você encontra um departamento comercial preparado para dialogar com as instituições financeiras e viabilizar a operação. Queremos que você tenha acesso aos melhores produtos do mercado — nossas Caixas, Tubos e Aduelas — com a tranquilidade financeira necessária para executar o projeto com excelência.
Para que não restem dúvidas, veja como o processo é simples:
tilizar o Risco Sacado é uma prova de maturidade financeira na gestão de obras. Essa ferramenta alinha os prazos de pagamento aos prazos de recebimento das medições, eliminando gargalos financeiros.
A Jesus de Mari está pronta para ser sua parceira nessa jornada. Não deixe que a falta de fluxo de caixa impeça o avanço da sua infraestrutura. Fale com nossos consultores e descubra como viabilizar sua próxima compra com inteligência e segurança.
Caixas de concreto para otimizar o tempo
Na construção civil e saneamento, o tempo deixou de ser apenas uma métrica de controle; ele se tornou o ativo financeiro mais valioso de um contrato. Sobretudo em obras de infraestrutura, onde imprevistos climáticos e logísticos são constantes, a eficiência operacional no canteiro define a margem de lucro. É exatamente nesse ponto que a engenharia da Jesus de Mari atua: transformamos caixas de concreto em ferramentas de produtividade.
Neste artigo pilar, vamos aprofundar tecnicamente como a utilização de pré-moldados de alta performance substitui processos artesanais, elimina gargalos produtivos e garante que sua equipe foque no que realmente importa: o avanço físico da obra.
Primeiramente, é necessário desmistificar a ideia de que caixas são apenas “acessórios” da rede. Na verdade, elas são nós críticos de conexão. Quando se opta por moldar caixas in loco, sua equipe fica refém da carpintaria, da armação manual e, principalmente, do tempo de cura do concreto. Em contrapartida, ao adotar as caixas de concreto pré-fabricadas da JDM, você insere no seu canteiro um elemento industrializado, com cura controlada e resistência (fck) garantida em laboratório.
Ou seja, você troca dias de execução artesanal e sujeito a erros humanos por minutos de uma instalação mecanizada. Dessa forma, o cronograma ganha uma previsibilidade que o método tradicional jamais poderia oferecer.
Além disso, a agilidade na instalação não acontece por acaso; ela é fruto de um design pensado para a obra. Nossas peças chegam ao local com geometria precisa e furações (quando solicitadas) exatas. Consequentemente, eliminamos a necessidade daquele “ajuste técnico” demorado (a famosa quebra de parede ou remendo de massa) que drena horas produtivas da equipe.
Por exemplo, imagine o impacto de não precisar esperar a desforma de uma caixa de passagem em uma vala aberta que precisa ser fechada antes da chuva. Com as caixas de concreto JDM, a peça é descida, nivelada e conectada. Imediatamente após isso, a vala pode ser liberada para o reaterro. Esse ciclo rápido protege o solo, a segurança dos trabalhadores e o andamento da frente de serviço.
Outro ponto fundamental é a mitigação de erros. Estatisticamente, o retrabalho é um dos maiores vilões do custo da obra. Visto que nossos produtos seguem rigorosamente as normas técnicas (NBR) e passam por controle de qualidade na fábrica, a chance de uma peça chegar fora de esquadro ou com bicheiras é virtualmente nula.
Assim sendo, sua equipe de campo não perde tempo corrigindo falhas de concretagem ou impermeabilizando fissuras de retração, comuns no concreto feito na obra. Menos patologias significam menos paradas e, indubitavelmente, uma medição de obra aprovada com mais facilidade junto ao contratante final.
Por fim, precisamos falar sobre a logística interna. Um canteiro organizado é um canteiro veloz. As caixas de concreto são projetadas com pontos de içamento ou formatos que facilitam a movimentação segura por guindastes ou retroescavadeiras.
Dessa maneira, o fluxo de trabalho se torna contínuo. Não há acúmulo de formas de madeira, restos de aço ou betoneiras ocupando espaço. O material chega, é instalado e a frente avança. Portanto, a escolha pelo pré-moldado JDM não é apenas uma compra de insumo, mas uma decisão estratégica de gestão de obra.
Em suma, otimizar o tempo da sua equipe exige decisões inteligentes na etapa de suprimentos. Na Jesus de Mari, entregamos mais do que concreto; entregamos engenharia aplicada para resolver os desafios reais do seu dia a dia. Se o seu objetivo é entregar antes do prazo e com qualidade superior, nossas soluções estão prontas para o seu projeto.
Próxima página » « Página anterior