
Risco sacado para blindar o fluxo de caixa da sua obra
No complexo ecossistema da construção civil, a gestão eficiente dos recursos financeiros é tão crucial quanto a engenharia aplicada no canteiro. Sobretudo em grandes obras de infraestrutura e saneamento, o descompasso entre o pagamento de fornecedores e o recebimento das medições pode estrangular o capital de giro. É nesse cenário desafiador que o Risco Sacado surge como uma ferramenta estratégica vital.
Neste artigo definitivo, a Jesus de Mari explica detalhadamente como essa modalidade financeira funciona e, principalmente, como ela pode ser a chave para você adquirir artefatos de concreto de alta qualidade sem comprometer a liquidez do seu projeto.
Primeiramente, é fundamental desmistificar o conceito. O Risco Sacado, também conhecido no mercado como Confirming ou Financiamento da Cadeia de Fornecedores, é uma operação financeira estruturada que permite à sua empresa (a construtora ou “Sacado”) negociar prazos de pagamento mais longos com seus fornecedores, utilizando a intermediação de uma instituição financeira.
Dessa forma, a operação beneficia todas as pontas. Enquanto o fornecedor tem a opção de antecipar o recebimento dos valores para manter sua produção ativa, a sua construtora ganha fôlego financeiro, postergando o desembolso do caixa para uma data futura acordada com o banco.
Ou seja, o Risco Sacado não é um empréstimo tradicional, mas sim uma gestão inteligente do contas a pagar, utilizando a solidez do seu crédito para otimizar a cadeia de suprimentos.
A principal dor de qualquer gestor de obras é manter o fluxo de caixa positivo enquanto aguarda o repasse de verbas públicas ou financiamentos imobiliários. Nesse sentido, ao optar pelo Risco Sacado na compra de tubos e aduelas de concreto com a JDM, sua empresa desbloqueia vantagens competitivas imediatas.
Visto que o pagamento aos fornecedores é postergado, o dinheiro permanece no caixa da empresa por mais tempo. Consequentemente, você pode alocar esses recursos para outras despesas operacionais críticas, como folha de pagamento ou mobilização de canteiro, sem a necessidade de recorrer a empréstimos de capital de giro com juros abusivos.
Além disso, como o Risco Sacado é classificado contabilmente como “Fornecedores” e não como “Dívida Bancária” (em muitas estruturações), ele não onera o balanço patrimonial da mesma forma que um financiamento convencional. Portanto, sua empresa mantém seus índices de liquidez saudáveis e preserva seus limites de crédito bancário para outras finalidades estratégicas.
Na Jesus de Mari, nosso compromisso vai além da entrega de concreto; somos parceiros do seu crescimento. Entendemos que uma obra financeiramente saudável é uma obra que não para. Por isso, aceitamos e incentivamos operações de Risco Sacado, além de outras modalidades como o Cartão BNDES.
Sendo assim, ao negociar conosco, você encontra um departamento comercial preparado para dialogar com as instituições financeiras e viabilizar a operação. Queremos que você tenha acesso aos melhores produtos do mercado — nossas Caixas, Tubos e Aduelas — com a tranquilidade financeira necessária para executar o projeto com excelência.
Para que não restem dúvidas, veja como o processo é simples:
tilizar o Risco Sacado é uma prova de maturidade financeira na gestão de obras. Essa ferramenta alinha os prazos de pagamento aos prazos de recebimento das medições, eliminando gargalos financeiros.
A Jesus de Mari está pronta para ser sua parceira nessa jornada. Não deixe que a falta de fluxo de caixa impeça o avanço da sua infraestrutura. Fale com nossos consultores e descubra como viabilizar sua próxima compra com inteligência e segurança.